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25 de Junho de 2016
A corrida do ouro
A corrida do ouro
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O objeto pode ser pequeno, mas ainda assim possui um peso que parece ao mesmo tempo incomodar até as maiores referências de um esporte, tido muitas vezes como a cara da nação, e incentivar as jovens promessas. Estas surgem a cada quatro anos na busca por quebrar uma espécie de maldição, uma mancha em um currículo quase intocável do país detentor de cinco troféus de Copa do Mundo.

Tudo isso porque a medalha de ouro olímpico é único título ainda não conquistado pelo futebol brasileiro. Nem mesmo o Rei de um século inteiro conseguiu ser coroado no panteão dos Jogos mais tradicionais da era moderna, que em 2016 chegarão ao Rio de Janeiro.

Longe de ser equiparável aos dez trabalhos de Hércules - história mitológica da Grécia, país-berço dos Jogos Olímpicos -, o começo da "odisséia" do time brasileiro na Rio-2016 indica que teremos Neymar como possível centro do time que começará a busca pelo ouro no próximo dia 4 de agosto, contra a África do Sul, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, às 16h.

Mas o atacante do Barcelona, que foi poupado da disputa da Copa América Centenário, na qual o Brasil foi eliminado ainda na fase de grupos, terá de liderar tecnicamente sua equipe na briga contra um retrospecto não muito favorável.

Apenas três países-sede conseguiram chegar ao lugar mais alto do pódio. São eles: a Grã-Bretanha, em 1908, Bélgica, em 1920, e Espanha, em 1992. Além disso, Uruguai e Argentina são os únicos representantes sul-americanos a conquistar o ouro na história, ambas com dois títulos. A "Celeste Olímpica" foi campeã em 1924, em Paris, e 1928, em Amsterdã, enquanto os "Hermanos", também de forma seguida, levaram o título em 2004, em Atenas, e 2008, em Pequim.

Na trave

O Brasil chegou muito perto do ouro em três ocasiões, quando terminou a competição com o vice-campeonato. Na última delas, em 2012, a Seleção foi derrotada pelo México, por 2 a 1, com dois gols de Oribe Peralta.

Chave feminina

Líder há muitos anos entre as mulheres da Seleção Brasileira, Marta, uma das melhores jogadoras da história da modalidade, ainda é dúvida para vir aos da Rio-2016.

"Para que eu chegue bem nas Olimpíadas e bem com a Seleção, preciso estar bem aqui no meu clube (Rosengard, da Suécia). Estou com o foco aqui, treinando bem, jogando amistosos. Se estiver bem no meu clube, isso vai, sem dúvida, influenciar para que eu chegue bem também às Olimpíadas", disse a meio-campista em entrevista ao Globoesporte.Com, em fevereiro, mês em que completou 30 anos de idade.

Mas a cinco-vezes-melhor-jogadora-do-mundo, que já conquistou quatro Bolas de Ouro da Fifa de forma consecutiva, não terá vida fácil se vier ao Rio de Janeiro. Para chegar ao título, as brasileiras terão, muito provavelmente, de superar a forte Seleção dos Estados Unidos.

Das cinco edições do torneio olímpico de futebol, as norte-americanas ficaram com a medalha de ouro em quatro oportunidades, em 1996, 2004, 2008 e 2012. O Brasil ficou com a prata em Atenas e em Pequim. (com Samuel Quintela)

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